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Não acredite na mídia podre: a VERDADE apurada sobre o ato terrorista na Catedral de Campinas (e outros detalhes não revelados).

O atentado TERRORISTA ocorrido na Catedral Metropolitana de Campinas, na última terça-feira (11 de dezembro de 2.018), por volta do meio-dia, chocou todo o Brasil.

O elemento Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, filho de Eder Grandolpho, este um senhor de 80 anos, filiado ao PT Campinas desde 1995, munido de um revólver e uma pistola 9mm (calibre restrito) e QUATRO carregadores cheios, entrou na igreja e começou a atirar nas pessoas que ali estavam, sem nenhuma razão aparente.

Ressalto: ARMAS ADQUIRIDAS DE FORMA ILEGAL, com numeração raspada.

Por SORTE dos sobreviventes, em frente à catedral fica um posto da Polícia Militar, como pode ser verificado nesta imagem:

posto policia - catedral.jpg

Os policiais, assim que notaram o que ocorria, agiram imediatamente: entraram na catedral e trocaram tiros com o terrorista.

Este, após ser baleado pelos policiais, cometeu suicídio.

O delegado responsável, Dr. José Henrique Ventura, logo após o ocorrido e antes das investigações preliminares, concedeu entrevista à CBN Campinas, cujo áudio pode ser ouvido na íntegra aqui.

A mídia podre, financiada com dinheiro público (NOSSO DINHEIRO) e políticos vermelhos, se valendo de fake news, retórica vazia e falsa lógica, mais do que rapidamente começaram a dizer coisas como “isso passaria a ser rotineiro caso liberassem o porte de arma aos cidadãos” e “tudo isso é culpa do Bolsonaro“.

Alguns destaques:  análise do “Aos Fatos”; Gleisi “A Amante” Hoffmann relaciona o caso às propostas de Bolsonaro;  Brasil 247 afirma que Bolsonaro debochou das vítimas; Guilherme Boulos sobre o caso.

A lista poderia seguir, mas há uma infinidade de ataques ao presidente eleito e de políticos vermelhos usando o “caixão das vítimas” como palanque eleitoral, mas sempre lembrando de culpar o armamento civil (lembrando que o desarmementão não foi revogado) e o presidente Bolsonaro (também lembrando que ainda não foi empossado).

Bolsonaro, inclusive, foi um dos poucos políticos de destaque no âmbito federal a prestar sinceras declarações de apoio aos familiares e às vítimas.

Vamos ser honestos: o ataque terrorista aconteceu num dia de semana, por volta do meio-dia, dentro da Catedral Metropolitana de Campinas, um dos “cartões-postais” da cidade e, BEM EM FRENTE, há um posto fixo da polícia militar, com agentes preparados e equipados.

Ainda assim o ato terrorista resultou em CINCO mortes de pessoas inocentes (três delas idosas) e outras quatro feridas, enquanto estavam assistindo a uma missa! O verme conseguiu efetuar cerca de vinte disparos (chegou a recarregar a pistola), não utilizou o revólver.

Entenderam onde eu quero chegar? Mesmo numa situação de PERFEITA proteção policial, o resultado foi terrível, causado por uma única pessoa mal-intencionada.

E se ele, ao reparar que ali havia um posto policial, o terrorista resolvesse fazer o ataque na Basílica da Nossa Senhora do Carmo, há apenas setecentos metros dali? A polícia chegaria a tempo antes dele descarregar toda sua munição contra os fieis?

E se dentro, ou próximo da igreja, um cidadão armado e treinado percebesse a situação e atacasse o terrorista, salvando algumas (ou todas) as vítimas?

Mas não, para a lógica distorcida da esquerda, a culpa é a arma. Ora, quando vão aprender que criminosos não seguem leis? Ou será que as armas dos criminosos (incluindo fuzis antiaéreos) foram adquiridas seguindo a lei?

ESTÁ MAIS QUE NA HORA DE ACABAR COM ESSA INVERSÃO ABSURDA DE VALORES.

E ainda, não tomei conhecimento de NENHUM apoio às vítimas e aos seus familiares pela turma dos “direitos humanos”.

Mas eu irei prestar o meu apoio. Estarei no velório do senhor Heleno, uma das vítimas, que contava com 84 anos de idade.

Essa é a VERDADE transparente. Mas há mais.

Quando preparava a pauta dessa matéria alguns me indicaram que o terrorista seria filiado ao PT, e fui conferir a informação.

Pelo que apurei, a listagem dos filiados do PT do estado de São Paulo poderia ter sido recentemente alterada, mas de fato encontrei apenas como filiado o pai do terrorista (pai e filho moravam juntos em Valinhos).

Tentei ir mais a fundo. Não consegui. O número de eleitor do bandido não constava nos bancos de dados.

Inclusive, o site do TSE emitiu uma certidão de que ele nunca havia sido eleitor, ou seja, não havia feito o alistamento eleitoral obrigatório. O documento pode ser acessado aqui (certidão negativa de alistamento do terrorista). Efetuei os mesmo com os dados de outros eleitores, para verificar  se não se tratava de um ABSURDO erro do sistema.

Verifiquei que não era. A situação parecia acontecer apenas em relação aos dados do verme.

Como uma pessoa de quase cinquenta anos, que foi servidor público concursado, nunca teria possuído título de eleitor sendo que, por lei, um dos requisitos para ser empossado em um cargo público é a quitação eleitoral:

“Código Eleitoral, art. 7º: O eleitor que deixar de votar e não se justificar perante o juiz eleitoral até 30 (trinta) dias após a realização da eleição, incorrerá na multa de 3 (três) a 10 (dez) por cento sobre o salário-mínimo da região, imposta pelo juiz eleitoral e cobrada na forma prevista no art. 367.

§ 1º Sem a prova de que votou na última eleição, pagou a respectiva multa ou de que se justificou devidamente, não poderá o eleitor:

I – inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, investir-se ou empossar-se neles;”

Estava estranho, muito estranho.

Vasculhei bastante para que, ao final da tarde de ontem, os sistemas voltassem a informar os dados eleitorais do terrorista, antes mesmo de informar seu óbito.

Consegui até mesmo uma certidão de não filiação partidária do elemento.

Coincidências demais, não concordam, meus queridos e destemidos leitores?

Eu não acredito em coincidências.

Antes mesmo de concluir essa postagem, encaminhei tudo que apurei a várias autoridades, pessoas de confiança e políticos HONESTOS. Espero que TUDO seja devidamente esclarecido.

Por uma Campinas mais segura!

Por um Brasil livre de crimes!

 

2 comentários em “Não acredite na mídia podre: a VERDADE apurada sobre o ato terrorista na Catedral de Campinas (e outros detalhes não revelados).

  1. Boa noite Mizael, parabéns pela coragem de elaborar e publicar uma matéria deste gabarito, pois cita algumas instituições de “renome,” entre outros assuntos delicados. Realmente o problema não são as armas, e sim as pessoas. Se quiser se aprofundar sobre armas, acesse o canal do Bené Barbosa, que escreveu o livro Mentiram para min sobre o desarmamento.

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