política

Presidente Bolsonaro se valendo do velho jogo político: “toma lá, da cá”

Avisei que iria ter postagem crítica ao presidente Jair Bolsonaro.

Tudo aqui é conclusão lógica pessoal de alguns acontecimentos.

Caso queiram exercer direito de resposta, não precisam de processos, é só pedir (aprenderam, esquerdistas?).

O presidente Jair Bolsonaro pregou que as indicações aos ministérios seriam puramente técnicas.

De duas, uma: ou ele mentiu, ou mudou de ideia.

Explico: ele fez isso de maneira esperta, tentando não demonstrar aos eleitores. Mas fez. Descumpriu com uma de suas maiores promessas.

Primeiro indicou Onyx Lorenzoni para a Casa Civil, que gerou algum descontentamento por este estar envolvido em polêmicas de “caixa dois”.

Depois indicou Tereza Cristina, o que foi até aplaudido: o “misógino e machista” indicou uma mulher como ministra da agricultura!

A bomba veio com a indicação de Luiz Henrique Mandetta para o Ministério da Saúde. Muitos se desagradaram com isso.

O que têm em comum? Todos os três são políticos do Democratas (DEM)!

Se eu me arrependi de votar em Jair Bolsonaro? De maneira nenhuma!

Na minha opinião, ele foi sincero. Com o resultado das eleições, ele tinha grande base no congresso.

O problema é que o PT, por exemplo, ainda é a maior bancada da Câmara dos Deputados.

O PT não vai ser simples oposição. O PT fara TUDO contra Bolsonaro. Podendo atrapalhar muito o desenvolvimento do trabalho do presidente. Afinal, não é um partido, é uma organização criminosa!

Ronaldo Caiado, também do Democratas, governador eleito pelo meu querido e amado estado de Goiás (já botem a cerveja pra gelar, fim de ano estarei aí com vocês!), afirmou em entrevistas que o Democratas integra a base aliada de Bolsonaro.

Nesta quarta-feira isso foi confirmado pelo presidente nacional do Democratas, ACM Neto.

Com isso Bolsonaro poderá contar com o apoio de mais 29 deputados federais, 6 senadores e o governador do estado de Goiás (que, temos que lembrar, é o estado em que está inserido o Distrito Federal).

Embora algumas reclamações, o presidente percebeu que teria que fazer um pouco da velha política para ter muito mais tranquilidade para trabalhar.

Escolheu representantes competentes de um partido de fora do tal “teatro das tesouras”, mesmo que haja um ou outro escândalo por trás.

Acredito que isso é benéfico para o Brasil. Sem isso o trabalho do presidente ficaria muito mais “travado” pela oposição vermelha. É um fôlego e tanto.

Seguimos confiantes!

E críticas nem sempre são negativas!

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