patriotismo · política

Efeitos da eleição de Bolsonaro surpreendem antes mesmo da posse

Antes de tudo, que fique claro: como bem disse o professor Olavo de Carvalho, Jair Bolsonaro não é o protagonista de sua eleição.

Foi a mudança da cultura e consciência nacional que possibilitou ele ser eleito. Sem isso, ele não teria chance alguma.

O presidente eleito sabe disso e não é de agora. Em muitas entrevistas declarou isso abertamente.

Os vermelhos, entretanto, apenas começaram a perceber pouco antes da votação de segundo turno.

As urnas foram fraudadas, mas o TSE, percebendo a situação, deu um passo atrás, se manteve menos parcial (não ficou neutro, entretanto) e não fraudou tanto os resultados.

Sem fraude, Bolsonaro teria cerca de 70% dos votos no segundo turno, isso se houvesse um segundo turno.

(Outra) prova disso é que 75% dos brasileiros acreditam que Bolsonaro está no caminho certo.

O presidiário de Curitiba, enquanto presidente da república, concedeu asilo político ao criminoso italiano Cesare Battisti, acirrando os ânimos entre os governos brasileiro e italiano.

Em miúdos: o então presidente prejudicou brasileiros para defender um bandido. Vários pedidos de extradição e deportação negados.

Agora, o ministro Luiz Fux, indicado ao STF por Dilma (poste de Lula durante janeiro de 2.011 a agosto de 2.016), resolveu determinar ontem (13 de dezembro de 2.018) a extradição de Battisti que, por não ser nenhum idiota, ainda não foi encontrado.

Anunciada a vitória de Bolsonaro, houve imediata valorização do real e da bolsa de valores de São Paulo.

“Ai, mas o combustível aumentou”. São duas coisas diferentes: a mudança nas pontuações do mercado financeiro e de capitais, em grande parte, é influenciada pela confiança dos investidores. Já o preço dos combustíveis é resultado das políticas em prática (ou seja, do governo atual).

Não foram poucos os líderes de países com viés bolivarianistas e comunistas que ameaçaram o Brasil em caso de vitória de Bolsonaro. Agora estão se borrando de medo.

Uma incógnita ainda é o vice da Dilma, Michel Temer: pouco antes do término de seu mandato (o que, em tese, retiraria seu foro privilegiado) sancionou o aumento do salário do STF (já deixando um rombo para o próximo governo) e demonstrou todo seu desrespeito à Operação Lava Jato, concedendo indulto a vários corruptos condenados.

Se temer vetasse o aumento, poderia ser bem quisto pela população (e talvez até pelo presidente eleito, quem sabe?). É inegável que, embora toda a sujeira, ele conseguiu remediar parte dos estragos do governo Dilma.

Mas ele provou que está se LIXANDO para sua imagem pública, para o povo e para a Operação Lava Jato.

Ele é inteligente, não faria isso sem uma salvaguarda, muito menos sem motivos. Podemos esperar o desenrolar da situação.

Mas, o Brasil está retornando ao “caminho do progresso” antes mesmo da posse.

Que sigamos!

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