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Posse do Presidente Jair Bolsonaro: O Retorno da Democracia

Muitos perguntam o porquê de eu dizer que o Brasil, por décadas, não era uma democracia (a qual apenas começou a ser reestabelecida por este novo governo).

Na verdade, não fui eu quem disse isso. Foi o ministro Gilmar Mendes, em 2.015. Apenas concordei.

“Pátria Educadora” que não educa.

Governos que tiram “milhões da pobreza”, mas o desemprego bate recordes, juntamente com a pobreza extrema, tornando a população carente cada vez mais dependente do assistencialismo.

Democracia? Cleptocracia, como ressaltado pelo ministro Gilmar Mendes (que é mais um dos safados, ta ok?).

Um governo que apenas APARENTA ser uma democracia, mas cujo objetivo real não é atender o interesse do povo, mas sim do estamento burocrático sujo e corrupto, que se instalou em todos os níveis dos três poderes e corrompeu a mídia.

Mas talvez Deus seja mesmo brasileiro. O país foi salvo na prorrogação do segundo tempo.

Ninguém contava que a Operação Lava Jato tomaria tamanha dimensão, capitaneada pelo Dr. Sérgio Moro, um homem inteligente, simples e honesto, que ousou enfrentar toda a corja.

Além disso, Capitão Jair Bolsonaro, um deputado federal de baixo clero, mas pai de família de bem que, a contrassenso do que a mídia e o antigo governo imaginavam, cativou a popularidade e conquistou a confiança dos brasileiros.

Talvez por isso o PT e aliados, caso vencessem, iriam acelerar a implementação do comunismo no Brasil (o que tentam fazer desde os anos sessenta, no mínimo).

Em três anos, não mais, estaríamos pior do que a Venezuela de hoje.

Isso fica claro quando o plano de governo do “partido” previa: regulamentação da mídia, criação de uma nova constituição (escrita por eles) e reforma do poder judiciário.

No documento, Lula foi citado (mais de sessenta vezes) como um eudeusado injustiçado. A vice do poste, Manuela D’Ávila, foi citada apenas duas vezes.

Um ex-psolista (PSOL é o braço – ainda mais – sujo do PT) tentou matar Jair Bolsonaro que, por muita sorte (talvez por milagre), sobreviveu ao atentado.

Apesar dos pesares, venceu a vontade do povo.

E a posse presidencial?

A mídia podre tentou diminuir o evento que foi, no mínimo, o mais relevante desde a chamada “redemocratização” após o fim do regime militar (democracia que só agora começa a vir).

O público foi muito maior do que a posse de Lula e de Dilma SOMADOS (a maioria não havia assistido qualquer posse presidencial, nem sequer pela TV).

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Parte da equipe dos Fiscais da Pátria que, após as festividades do Réveillon fomos diretos à Brasília (agradecimento especial ao nosso fotógrafo e motorista José Fábio Haesbaert).

MUITA gente, MUITO sol, e MUITA segurança (três barreiras de revista, dezenas de atiradores de elites posicionados no topo de prédios estratégicos e militares em todo o local para preservar a segurança não só dos membros do novo governo, mas também de todo público presente).

Depois de horas de espera, a cerimônia no Congresso Nacional tem início.

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“O Mito chegou!”

Assinou o termo de posse com uma caneta compactor (menos de R$ 1,00 em diversas lojas), provavelmente uma das duas (vermelha e azul) que carrega sempre consigo no bolso de sua camisa (foi de bom-tom usar a azul).

Raul Jungmann pareceu quase que insultado ao ter que assinar a transferência da posse do Ministério da Justiça ao Dr. Sérgio Moro com uma caneta similar.

Não presenciei (nem tomei conhecimento) de nenhum atrito, todo o público formando um só povo.

Gritos de “Abaixo a Rede Globo” e repórteres mimizentos reclamando sem motivo (e trazendo notícias falsas) parece ter sido o ponto baixo da cerimônia.

Mas, por algum motivo, percebi que o helicóptero da Rede Globo não se aproximava do local. Fazia as filmagens de longe (enquanto outros helicópteros sobrevoaram o local normalmente).

No público estavam diversas pessoas CONTRA o Presidente Bolsonaro, muitas defensoras do PT, mas nem mesmo essas causaram (ou foram vítima de) qualquer confusão.

Embora algumas delas tenham saído correndo quando o Vice-Presidente iniciou seu discurso (é sério!).

Discurso mais do que emocionante o da Primeira-Dama. O discurso do Presidente, firme mas moderado, confirmava suas promessas de campanha.

No fim, tudo correu bem, e no coquetel pós-cerimonia, algo inédito (ao menos para mim): o Presidente (ainda com a faixa presidencial), exausto e faminto, comendo sua macarronada em pé:

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E logo após a posse do Presidente: Ibovespa bate recordes e a valorização do real frente ao dólar demonstra (novamente) a confiança do mercado no novo governo.

Acompanhe-nos também no Twitter e Youtube. Em breve, um vídeo sobre a posse do Presidente Jair Bolsonaro, mostrando outros detalhes.

E sigamos!

 

 

 

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